Seis SUVs médios dividem pódio no Ranking Folha Mauá 2026

Seis modelos diferentes conquistaram as primeiras colocações
Nenhum SUV médio dominou todas as categorias de desempenho e consumo no ranking de 2026.
Mark

Por que seis modelos diferentes conquistaram as primeiras colocações? Isso não é estranho?

Mimi

Não, faz sentido. Cada um venceu em uma categoria específica — retomada com gasolina, consumo urbano com etanol, aceleração com etanol. São provas diferentes medindo coisas diferentes.

Luke

Mas precisamos ser claros: estamos falando de empates técnicos ou de diferenças reais? O texto diz que Commander e Boreal "dividiram" a primeira colocação em consumo urbano com etanol, mas não diz qual foi a margem.

Mimi

Boa observação. O Instituto Mauá fez as medições, mas a reportagem não detalha os números exatos de consumo para cada modelo em cada prova.

Mark

E quanto ao Commander flex que foi mencionado? Por que não foi testado?

Mimi

Chegou ao mercado depois dos testes. A versão Blackhawk 2.0 turbo testada manteve os mesmos 272 cavalos, então a potência não mudaria, mas o consumo com etanol não foi avaliado.

Luke

Isso é uma limitação importante. Estamos vendo o desempenho de um modelo que pode não ser mais o mais atual disponível nas concessionárias.

Mark

E o GAC GS4 Elite — é realmente um híbrido pleno? Como funciona?

Mimi

Sim, é HEV, híbrido pleno sem recarga externa. Usa motor de combustão e motor elétrico, mas não precisa ser plugado. Alcançou 26,5 km/l na estrada com gasolina.

Luke

Mas não sabemos como se saiu em consumo urbano com gasolina, apenas na estrada. E não há comparação com outros híbridos plenos na categoria.

Mark

Então o leitor não pode dizer com certeza qual SUV médio é o mais eficiente em todas as situações?

Mimi

Exatamente. Cada um é o melhor em algo específico. Depende de como você dirige e qual combustível usa.

Luke

E os preços variam bastante — de R$ 189.990 do GAC até R$ 329.990 do Commander flex. Eficiência não é o único fator que importa na escolha.

  • O segmento de SUVs médios flex tornou-se o mais disputado do ranking, com seis modelos diferentes dividindo o pódio em categorias distintas de consumo e desempenho.
  • O Jeep Commander Blackhawk 2.0 turbo dominou a retomada de 80 a 120 km/h com gasolina, enquanto o Ford Bronco Sport foi o mais veloz de zero a 100 km/h no mesmo combustível, em 7,3 segundos.
  • O GAC GS4 Elite, híbrido pleno sem recarga externa, atingiu 26,5 km/l na estrada com gasolina — um número que pressiona toda a concorrência a repensar suas estratégias de eficiência.
  • Renault Boreal Iconic e Volkswagen Taos dividiram lideranças com etanol em consumo e desempenho, demonstrando que combustível renovável pode ser simultaneamente econômico e ágil.
  • Os resultados apontam para um mercado sem um único vencedor absoluto: cada modelo se destaca em um cenário específico de uso, transferindo ao comprador a responsabilidade de conhecer seus próprios hábitos de direção.

No ciclo de avaliações que encerrou em julho de 2026, seis SUVs médios dividiram entre si as primeiras posições do Ranking Folha Mauá, revelando que a corrida por eficiência e desempenho nesse segmento não produz um único campeão, mas uma constelação de especialistas. Em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia, 81 veículos foram submetidos a condições reais de uso — ruas de São Caetano do Sul e rodovias do interior paulista — devolvendo ao consumidor não uma hierarquia simples, mas um espelho fiel da diversidade tecnológica que hoje define a indústria automobilística.

O Ranking Folha Mauá 2026 revelou que o segmento de SUVs médios flex é o mais competitivo entre os avaliados: seis modelos diferentes ocuparam as primeiras posições nas categorias de consumo e desempenho, refletindo a pluralidade de apostas tecnológicas dos fabricantes.

Na retomada com gasolina — aquela aceleração de 80 a 120 km/h usada para ultrapassagens — o Jeep Commander Blackhawk 2.0 turbo de 272 cavalos saiu na frente. O mesmo Commander, na versão Limited 1.3 turbo com sistema híbrido leve (R$ 255.690), dividiu a liderança em consumo urbano com etanol ao lado do Renault Boreal Iconic (R$ 219.990), mostrando que caminhos tecnológicos distintos podem chegar à mesma eficiência prática.

O Boreal foi além: liderou também o consumo rodoviário com etanol e dividiu com o Volkswagen Taos a melhor retomada nesse combustível. O Taos ainda conquistou o primeiro lugar na aceleração de zero a 100 km/h com etanol, derrubando a ideia de que eficiência e desempenho se excluem quando o combustível é renovável. Com gasolina, o Ford Bronco Sport (R$ 249,9 mil) foi o mais veloz nessa mesma prova, cruzando a marca em 7,3 segundos.

O destaque em eficiência absoluta ficou com o GAC GS4 Elite, híbrido pleno sem necessidade de recarga externa, que registrou 26,5 km/l na estrada com gasolina, medidos pelo Instituto Mauá de Tecnologia com equipamento GPS de precisão em pista controlada.

Ao todo, 81 veículos foram avaliados entre julho de 2025 e julho de 2026, em percursos urbanos de 27 quilômetros em São Caetano do Sul e simulações rodoviárias de 31 quilômetros a 90 km/h. O conjunto dos resultados não aponta um SUV médio universalmente superior, mas um mapa de especialistas — cada modelo com seu cenário ideal de uso.

O segmento de SUVs médios movidos a gasolina ou combustível flex se mostrou o mais competitivo do Ranking Folha Mauá 2026, com seis modelos diferentes ocupando as primeiras posições nas avaliações de consumo e desempenho. A fragmentação do pódio reflete a diversidade de estratégias tecnológicas que fabricantes estão adotando para atender consumidores que buscam eficiência sem abrir mão de potência.

Na prova de retomada com gasolina — aquela aceleração que você sente ao passar outro carro na estrada, de 80 km/h a 120 km/h — o Jeep Commander Blackhawk 2.0 turbo com 272 cavalos de potência saiu na frente dos concorrentes. O modelo foi testado antes da versão flex chegar ao mercado, mas a potência permaneceu a mesma. Essa liderança em retomada posiciona o Commander como a escolha mais ágil para quem dirige principalmente com gasolina.

O próprio Commander, porém, dividiu o primeiro lugar em consumo urbano com etanol quando equipado com a versão Limited 1.3 turbo — que traz um sistema híbrido leve e custa R$ 255.690 — ao lado do Renault Boreal Iconic, anunciado a R$ 219.990. Essa divisão de pódio ilustra como diferentes abordagens tecnológicas podem chegar ao mesmo resultado prático: o motorista que abastece com álcool em ambos os carros terá eficiência equivalente nas ruas da cidade.

O Renault Boreal Iconic foi além: também liderou o consumo na estrada com etanol e dividiu com o Volkswagen Taos a melhor retomada usando o mesmo combustível. O Taos, por sua vez, conquistou a primeira colocação na aceleração de zero a 100 km/h com etanol, mostrando que eficiência e desempenho não são necessariamente contraditórios quando se trata de combustível renovável.

Com gasolina, o Ford Bronco Sport (R$ 249,9 mil) foi o mais rápido na aceleração de zero a 100 km/h, completando a prova em 7,3 segundos. Já no consumo com gasolina, o destaque foi o GAC GS4 Elite, um híbrido pleno sem necessidade de recarga externa, que alcançou 26,5 km/l na estrada conforme medição do Instituto Mauá de Tecnologia.

Os testes que produziram esses resultados envolveram 81 carros avaliados entre a segunda quinzena de julho de 2025 e a primeira quinzena de julho de 2026. O Instituto Mauá de Tecnologia utilizou o V-Box, equipamento de GPS de precisão, para medir desempenho na pista da empresa ZF em Limeira, no interior de São Paulo. Os testes de consumo urbano cobriram 27 quilômetros em São Caetano do Sul, enquanto a simulação de rodovia a 90 km/h percorreu 31 quilômetros. Para carros flex, foram feitas duas medições — uma com etanol, outra com gasolina. Modelos elétricos e híbridos plug-in tiveram seu consumo de energia medido por um carregador instalado no instituto, calculando o gasto para rodar 100 quilômetros tanto em modo urbano quanto rodoviário.

O resultado é um mapa detalhado de como cada modelo se comporta na vida real — não em laboratório, mas nas ruas e estradas onde os proprietários realmente dirigem. A diversidade de vencedores sugere que não existe um SUV médio universalmente superior; há, em vez disso, especialistas em diferentes cenários de uso.

A versão Blackhawk 2.0 turbo (272 cv) do Jeep Commander superou os rivais na retomada (de 80 km/h a 120 km/h) com gasolina
— Instituto Mauá de Tecnologia
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