No primeiro debate ao governo do Rio de Janeiro, quatro candidatos ocuparam o palco enquanto uma cadeira permanecia vazia — a de Eduardo Paes, favorito nas pesquisas, que optou por não comparecer alegando cautela jurídica. A segurança pública, tema que assombra o estado há décadas, dominou as discussões, revelando um campo político fragmentado entre propostas de mão dura e políticas sociais mais amplas. O debate não foi apenas sobre programas de governo: foi um espelho das tensões entre institucionalidade, crime organizado e a disputa por quem tem legitimidade para falar em nome do Rio.