Segunda fase da OBMEP 2026: guia completo de regras, materiais e procedimentos

Toda a resolução deve ser feita sem apoio desses recursos
A OBMEP proíbe régua, calculadora e materiais de consulta para garantir que a prova meça apenas o conhecimento matemático do estudante.
Mark

Por que tanta restrição com eletrônicos? Não é exagero desligar e lacrar o celular?

Mimi

A ideia é garantir que ninguém tenha acesso a calculadoras, buscadores ou qualquer forma de consulta durante a prova. É uma olimpíada de matemática, então a resolução tem que ser inteiramente do estudante.

Luke

Mas a fonte não explica o que acontece se alguém esquecer o celular ligado na mochila. É desclassificação automática ou há avaliação caso a caso?

Mimi

O regulamento diz que o descumprimento da regra pode levar à desclassificação, mas "pode" deixa espaço para interpretação. Provavelmente depende de quando é descoberto e se houve intenção.

Mark

E quanto aos 20 minutos de atraso? Isso significa que um aluno que chega 20 minutos atrasado perde 20 minutos da prova?

Mimi

Exatamente. Se você chega atrasado, o tempo não é estendido. Você tem menos tempo para resolver as questões.

Luke

A fonte não diz se há algum aviso antes dos 20 minutos ou se as portas fecham automaticamente. Também não fica claro se todos os centros de aplicação respeitam esse limite ou se há variação.

Mark

Faz sentido que estudantes com deficiência tenham uma hora a mais. Mas como funciona o Soroban? É fornecido pela OBMEP ou o aluno traz o seu?

Mimi

A fonte só diz que é permitido o uso. Provavelmente a escola coordena isso com antecedência, já que o atendimento especial depende de solicitação prévia.

Luke

Isso é um detalhe importante que não está claro. Se o aluno não souber usar o Soroban, ter uma hora a mais não ajuda muito. E se a escola não providenciar um, o que acontece?

Mark

Então basicamente o recado é: chegue cedo, leve documento, deixe o celular lacrado, e não tente levar nada que pareça uma cola.

Mimi

É isso. A OBMEP quer garantir que a competição seja justa e que o resultado reflita realmente o conhecimento matemático de cada um.

  • A prova começa às 14h30 com tolerância máxima de 20 minutos de atraso — e cada minuto perdido é descontado do tempo total, tornando a pontualidade parte da estratégia.
  • Celulares e eletrônicos devem ser desligados, lacrados em envelope identificado e mantidos embaixo da carteira; descumprir essa regra pode significar desclassificação imediata.
  • Régua, calculadora, instrumentos de desenho e qualquer material de consulta estão proibidos, exigindo que toda a resolução parta exclusivamente do raciocínio do candidato.
  • Estudantes com deficiência têm direito a quatro horas de prova e, no caso de deficiência visual, ao uso do Soroban — mas o atendimento especial depende de solicitação prévia pela escola.
  • Para além da competição, um bom resultado na OBMEP pode abrir as portas das Vagas Olímpicas de USP e Unicamp, elevando o que está em jogo muito além de uma tarde de outubro.

Em 17 de outubro de 2026, milhares de estudantes de escolas públicas brasileiras se sentarão diante da segunda fase da OBMEP — não apenas para demonstrar raciocínio matemático, mas para navegar um conjunto preciso de regras que transforma a preparação em parte inseparável do desempenho. A olimpíada, reconhecida por universidades como USP e Unicamp como critério de ingresso, representa para muitos jovens uma ponte entre o esforço cotidiano e o ensino superior. Nesse ritual coletivo de avaliação, até o que se coloca na mochila carrega peso.

A segunda fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas acontece em 17 de outubro de 2026, às 14h30 no horário de Brasília. Para os estudantes que avançaram da primeira fase, o dia exige não apenas domínio matemático, mas atenção rigorosa a regras que determinam desde o conteúdo da mochila até como o tempo será contado.

O material permitido é simples e específico: lápis, borracha, caneta esferográfica azul ou preta e lanche para consumir durante a avaliação. Os organizadores recomendam separar tudo com antecedência e optar por itens de uso habitual. Do outro lado da lista, estão os proibidos — régua, calculadora, instrumentos de desenho e qualquer material de consulta. Toda a resolução deve partir exclusivamente do raciocínio do candidato.

Os eletrônicos recebem tratamento especial: celulares, relógios e fones de ouvido devem estar desligados e guardados em envelope porta-objetos fornecido pelo aplicador, identificado, lacrado e mantido embaixo da carteira durante toda a prova. O envelope só pode ser aberto após a saída definitiva do local. O descumprimento pode resultar em desclassificação.

Documento com foto é obrigatório. A escola entrega o Cartão Informativo com o endereço do local de prova — conferir esses dados evita deslocamentos equivocados. O regulamento tolera até 20 minutos de atraso, mas esse tempo é descontado da prova. Não é permitido sair da sala nos primeiros 45 minutos, e não haverá reaplicação para ausentes.

Estudantes com deficiência têm direito a quatro horas de prova, e os com deficiência visual podem usar o Soroban. O atendimento especial depende de solicitação prévia pela escola. Para muitos participantes, a OBMEP vai além de uma competição: USP e Unicamp reconhecem o desempenho em olimpíadas como critério de ingresso, incluindo as Vagas Olímpicas — fazendo desta segunda fase um passo que pode abrir caminhos no ensino superior.

A segunda fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas acontece em 17 de outubro de 2026, às 14h30 no horário de Brasília. Para os milhares de estudantes que avançaram da primeira fase, o dia exigirá não apenas domínio matemático, mas também atenção rigorosa a um conjunto de regras que governa desde o que cabe na mochila até como o tempo será contado.

A prova terá duração de três horas para a maioria dos participantes. O primeiro passo prático é organizar antecipadamente o material que será levado. Lápis, borracha e caneta esferográfica azul ou preta são permitidos — as respostas podem ser escritas em qualquer um desses instrumentos, desde que legíveis. Também é permitido trazer lanche para consumir durante a avaliação. A recomendação dos organizadores é simples: separar tudo com dias de antecedência e escolher itens de uso habitual, reduzindo surpresas desagradáveis na entrada do local de prova.

O que não pode entrar é igualmente específico. Régua, calculadora, instrumentos de desenho e qualquer material de consulta — livros, manuais, impressos, anotações — estão proibidos. Toda a resolução das questões deve ser feita sem esses apoios. Verificar a mochila antes de sair de casa é uma medida que evita problemas na entrada ou já dentro da sala de aplicação.

Os eletrônicos recebem tratamento especial. Celulares, relógios, fones de ouvido e outros dispositivos devem estar desligados e guardados em um envelope porta-objetos fornecido pelo aplicador. Esse envelope precisa ser identificado, lacrado e mantido embaixo da carteira durante toda a prova. O envelope só pode ser aberto quando o participante deixa definitivamente o local. O descumprimento dessa regra pode resultar em desclassificação. A orientação é verificar com atenção os acessórios de uso diário antes de entrar na sala, evitando esquecimentos que comprometam a participação.

Documento de identificação com foto é obrigatório. A escola entrega o Cartão Informativo, que reúne o endereço do local de prova e os dados do participante. Conferir essas informações antecipadamente é importante para não se deslocar para o endereço errado. A prova começa pontualmente às 14h30. O regulamento permite tolerância máxima de 20 minutos de atraso, mas esse período é descontado do tempo total disponível ao candidato. Não é permitido entregar a prova ou sair da sala nos primeiros 45 minutos. Também não haverá reaplicação para quem faltar. A organização do tempo e o planejamento do trajeto até o centro de aplicação são, portanto, parte da estratégia de sucesso.

Estudantes com deficiência ou que necessitem de auxílio têm direito a quatro horas de prova em vez de três. O atendimento especial depende de solicitação da escola dentro do prazo previsto. Para participantes com deficiência visual, o regulamento permite o uso do Soroban, um ábaco adaptado que funciona como ferramenta de cálculo. A OBMEP é reconhecida em processos de ingresso universitário — tanto a USP quanto a Unicamp consideram desempenho em olimpíadas como OBMEP, OBF, OBI e OBQ como critério em modalidades de ingresso, incluindo as Vagas Olímpicas. Para muitos estudantes, essa segunda fase não é apenas uma competição, mas um passo que pode abrir caminhos no ensino superior.

O descumprimento dessa regra pode levar à desclassificação
— Regulamento da OBMEP 2026, sobre o armazenamento de eletrônicos
A OBMEP integra o conjunto de competições acadêmicas reconhecidas em processos de ingresso como o da USP
— Informação do regulamento sobre reconhecimento universitário
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