Em um mundo onde um a cada quatro adultos não alcança o mínimo de movimento recomendado, o sedentarismo deixou de ser uma questão de estilo de vida para se tornar uma crise silenciosa que reescreve a biologia humana em escala coletiva. Hormônios, metabolismo e saúde mental respondem à ausência de movimento com uma lógica implacável: o corpo foi feito para se mover, e quando não o faz, começa a se desregular por dentro. No Brasil, onde mais da metade dos adultos está acima do peso, essa crise encontra um terreno fértil — e a resposta, segundo a ciência e os especialistas, não exige heroísmo, ma
Sedentarismo avança e compromete hormônios e metabolismo em escala global
Milhões de adultos globalmente enfrentam aumento de doenças crônicas, redução de qualidade de vida e impactos na saúde reprodutiva e mental decorrentes do sedentarismo.