Em tempos de guerra aberta, a estabilidade do comando militar é um bem raro e precioso. Nos Estados Unidos, o secretário do Exército Dan Driscoll apresentou sua demissão em 31 de agosto de 2026, encerrando um ciclo de atritos com Pete Hegseth, o secretário de Guerra de Trump, cuja visão de reformulação da cúpula militar colide com a tradição institucional das Forças Armadas. A saída de Driscoll, precedida pela demissão do general Randy George em abril, levanta questões profundas sobre a coesão do comando americano num momento em que o país está engajado em conflito com o Irã.