Em Évora, a secretária de Estado da Ciência e Inovação, Helena Canhão, nomeou em voz alta aquilo que muitos sabem mas poucos dizem: Portugal investiga em paralelo onde devia investigar em conjunto. Num país que colabora com o mundo mas não consigo próprio, o conhecimento produzido fica preso dentro de muros institucionais, repetindo-se em vez de se multiplicar. O workshop realizado na Universidade de Évora foi um primeiro gesto de reconhecimento — e talvez o início de uma outra forma de fazer ciência.