Schwarz propõe que a literatura brasileira emerge de uma 'matéria brasileira' específica: a combinação funcional de práticas senhoriais e atitudes liberais-burguesas em contexto de dominação social. Sua análise de Machado de Assis revela como o romance brasileiro resolveu impasses formais ao subordinar referências modernas à lógica das relações sociais locais, oferecendo crítica contundente à estrutura de dominação.