A cada ano, o ranking dos mais ricos revela não apenas fortunas, mas as forças silenciosas que moldam a economia de um país. Em 2026, Eduardo Saverin consolida pela quarta vez consecutiva sua liderança entre os bilionários brasileiros, com R$ 162,9 bilhões atrelados à Meta, enquanto dois novos nomes — um herdeiro do universo da cerveja e um magnata dos ovos — ganham assento entre os dez mais poderosos. O mapa da riqueza brasileira se renova sem romper com sua estrutura mais profunda: os primeiros cinco permanecem, mas as margens se movem.