Em Petrópolis, a saúde mental dos moradores não se decide apenas nos consultórios, mas nas ruas congestionadas, nos ônibus precários e sob o céu que anuncia chuva. Psicólogas alertam que a cidade impõe ao corpo e à mente uma vigilância permanente — do trânsito imprevisível ao medo de deslizamentos — transformando o cotidiano em fonte crônica de sofrimento. O que parece uma questão de infraestrutura revela-se, em profundidade, uma questão de dignidade humana e de futuro coletivo.
Saúde mental urbana: mobilidade e infraestrutura definem bem-estar em Petrópolis
Moradores enfrentam sofrimento psicológico crônico relacionado ao medo de tragédias climáticas, dificuldades de sono, ansiedade e impacto na qualidade de vida familiar.