Setembro acende holofotes sobre saúde mental, mas o sofrimento humano não obedece a calendários. Em qualquer mês do ano, pessoas ao redor de nós carregam silêncios pesados — isolamento, tristeza persistente, desesperança — que pedem não diagnósticos, mas presença. A verdadeira prevenção nasce nos vínculos cotidianos: em casas, escolas e locais de trabalho onde alguém, simplesmente, se dispõe a ouvir sem julgar.
Saúde mental merece atenção além de setembro
Artigo aborda risco de suicídio e importância de intervenção em situações de sofrimento intenso e manifestações de não querer viver.