O retorno do sarampo ao horizonte brasileiro em 2026 — ainda que por importação — lembra que nenhuma fronteira epidemiológica é permanente sem a vigilância coletiva da vacinação. Diante de 24 casos confirmados concentrados na Grande São Paulo, o Ministério da Saúde respondeu com campanhas intensificadas e com a introdução da dose zero para os bebês mais vulneráveis, aqueles entre 6 e 11 meses. É um momento em que a ciência oferece proteção gratuita e acessível, e a sabedoria está em aceitá-la antes que a doença exija o preço de suas complicações.
Sarampo: quem deve tomar a vacina e o que é a dose zero
O sarampo pode causar complicações graves como pneumonia, encefalite e morte, com maior risco em crianças pequenas, gestantes e pessoas imunossuprimidas.