Nas florestas do Alasca, onde o inverno seria sentença de morte para a maioria das criaturas, o sapo-da-madeira encontrou uma resposta que desafia a intuição: ele se entrega ao gelo. Durante meses, com o coração parado e as funções vitais suspensas, esse pequeno anfíbio permanece congelado sob folhas no chão da floresta — protegido por uma química interna que a evolução levou milhões de anos a aperfeiçoar. Quando a primavera retorna, ele simplesmente desperta, como se o tempo tivesse sido apenas uma pausa.