Em setembro de 2026, São Paulo acumula quase 59 mil casos confirmados de dengue e 42 mortes — com outras 30 ainda sob investigação —, revelando que a doença segue sendo uma das expressões mais persistentes da vulnerabilidade urbana diante do clima e das desigualdades na saúde pública. Taubaté, no interior paulista, concentra o maior número de óbitos, lembrando que epidemias raramente distribuem seu peso de forma uniforme. O Estado mobiliza vigilância intensiva, bilhões em repasses municipais e planos de contingência, reconhecendo que os meses de chuva à frente exigem preparo antes que a crise
São Paulo registra 58.683 casos de dengue e 42 mortes em 2026
42 pessoas morreram por dengue em São Paulo em 2026, com idades variando de 10 a mais de 80 anos; 30 casos fatais adicionais estão sob investigação.