Em meio ao ritmo acelerado da maior metrópole brasileira, o sarampo — doença que a ciência aprendeu a silenciar com uma simples vacina — ressurge em São Paulo como espelho de uma fragilidade coletiva. Com 36 casos confirmados em 2026, a maioria concentrada na capital e dois terços dos infectados sem proteção vacinal adequada, o estado enfrenta não apenas um surto epidemiológico, mas uma pergunta mais profunda sobre o pacto entre indivíduo e comunidade na construção da saúde pública.
São Paulo registra 36 casos de sarampo em 2026; capital concentra 88% das infecções
Crianças menores de dois anos infectadas com esquema de imunização incompleto; população vulnerável exposta ao risco de sarampo.