São Paulo fecha acordo verbal com Domingos Duarte após redução salarial

O jogador voltou a contatar o clube para viabilizar o acordo
Domingos Duarte tomou a iniciativa de retomar negociações após impasse sobre salários.
Mark

Por que essa negociação demorou tanto? O que travou as conversas?

Mimi

Basicamente, dinheiro. O São Paulo oferecia um contrato, mas Domingos Duarte queria mais. Eles apresentaram diferentes modelos, mas nenhum satisfazia o que o jogador pedia.

Luke

Quanto ele queria no início e quanto aceitou no final? A reportagem não diz os números.

Mimi

Verdade, não há valores específicos. Sabemos que houve redução, mas não temos os montantes.

Mark

E por que ele mudou de ideia?

Mimi

Ele próprio voltou a contatar o São Paulo. Talvez tenha percebido que era a melhor opção disponível, ou que o mercado não oferecia alternativas melhores.

Luke

Mas isso é especulação. O que sabemos é que ele reduziu a exigência e aceitou os termos. Os motivos reais dele não estão na reportagem.

Mark

Quanto tempo ele tem de contrato?

Mimi

Duas temporadas. E a assinatura seria na terça-feira seguinte ao acordo.

Luke

Mas isso foi em julho de 2026. Não sabemos se realmente assinou ou se algo mudou depois.

Mark

Faz sentido o São Paulo precisar tanto de um zagueiro?

Mimi

Sim. Matheus Doria saiu, Alan Franco e Sabino estavam lesionados, Nahuel Ferraresi estava saindo. Eles ficaram com poucas opções.

  • A negociação foi declarada encerrada mais de uma vez, criando um ciclo de expectativa e frustração dentro do clube e entre a torcida.
  • Lesões, rescisões e uma possível saída de Ferraresi esvaziaram o setor defensivo do São Paulo, transformando a busca por um zagueiro em emergência real.
  • Tentativas anteriores com Arthur Chaves, do Hoffenheim, fracassaram após sucessivas negativas do clube alemão, estreitando ainda mais as opções tricoloras.
  • O desbloqueio veio do próprio jogador: Domingos Duarte retomou o contato por iniciativa própria e cedeu nas exigências salariais que travavam o acordo.
  • Com contrato de duas temporadas acertado e assinatura iminente, o São Paulo considera o negócio sacramentado e encerra sua principal missão na janela de transferências.

Em meados de julho, o São Paulo encerrou semanas de negociações tortuosas ao chegar a um acordo verbal com o zagueiro Domingos Duarte, que deixará o Getafe sem custos de transferência. O defensor, após manter exigências que por vezes pareciam intransponíveis, escolheu rever sua posição e aproximar-se do clube paulista — um gesto que transforma um impasse repetido em porto de chegada. A contratação responde a uma necessidade que o tempo e as circunstâncias tornaram urgente, fechando a principal lacuna do elenco tricolor nesta janela.

O São Paulo chegou a um acordo verbal com o zagueiro Domingos Duarte na segunda quinzena de julho, encerrando uma negociação que se arrastou por semanas e foi dada como fracassada em mais de uma ocasião. O defensor, que deixará o Getafe ao término de seu contrato, aceitou reduzir suas exigências salariais e concordou com os termos do clube paulista, abrindo caminho para a assinatura de um vínculo de duas temporadas.

O caminho até o acerto foi repleto de impasses. São Paulo e Domingos Duarte divergiram desde o início sobre os valores do contrato, e os diretores interinos Rafinha e Felipe Carvalho não conseguiram avançar enquanto o jogador mantinha sua pedida inicial. A negociação chegou a ser considerada definitivamente encerrada.

O ponto de virada veio quando o próprio Domingos Duarte voltou a contatar o clube, sinalizando disposição em rever sua posição. Essa mudança destravou tudo. A assinatura estava prevista para os dias seguintes ao acordo verbal, após a troca de documentos entre as partes.

A urgência pela contratação havia crescido ao longo da janela. Lesões de Alan Franco e Sabino, a rescisão de Matheus Doria e a possível saída de Nahuel Ferraresi para o Botafogo deixaram o setor defensivo fragilizado. Antes de chegar a Domingos Duarte, o Tricolor tentou sem sucesso um empréstimo de Arthur Chaves, do Hoffenheim, que recusou todas as propostas. Com o acordo verbal firmado, o São Paulo encerrava sua principal busca na janela de transferências.

O São Paulo finalizou um acordo verbal com o zagueiro Domingos Duarte na segunda quinzena de julho, encerrando uma negociação que se estendeu por semanas e chegou a ser dada como fracassada em mais de uma ocasião. O defensor, que deixará o Getafe da Espanha ao término de seu contrato, aceitou reduzir suas exigências salariais e concordou com os termos apresentados pelo clube paulista, abrindo caminho para a formalização do vínculo.

A trajetória até esse desfecho foi marcada por impasses. Desde o início das conversas, São Paulo e Domingos Duarte divergiram sobre os valores do contrato. O Tricolor apresentou diferentes modelos de vínculo ao jogador, mas as discussões emperraram justamente na questão financeira. Os diretores interinos do futebol tricolor, o ex-capitão Rafinha e o advogado Felipe Carvalho, conduziram as tratativas, mas não conseguiram avançar enquanto o defensor mantinha suas exigências iniciais.

O ponto de virada veio quando Domingos Duarte voltou a contatar o São Paulo por iniciativa própria. Dessa vez, o jogador sinalizou disposição em rever sua posição, reduzindo a pedida salarial e aceitando os termos que o clube havia apresentado. Essa mudança de postura destravou a negociação que parecia estar definitivamente encerrada. O contrato será de duas temporadas, e a assinatura estava prevista para a terça-feira seguinte ao acordo, após a conclusão da troca de documentos entre as partes.

Internamente, o São Paulo considerava o negócio sacramentado, restando apenas os procedimentos formais para oficializar a chegada do reforço. A contratação encerrava a principal prioridade da diretoria na janela de transferências. Desde o início do mercado, a chegada de um zagueiro havia sido tratada como necessidade absoluta, especialmente diante das mudanças no setor defensivo do clube.

Essa urgência se intensificou com uma série de eventos que deixaram o São Paulo com poucas opções na posição. Arboleda foi reintegrado ao elenco principal após permanecer afastado por questões disciplinares, mas o planejamento não foi alterado. A rescisão de contrato de Matheus Doria, as lesões de Alan Franco e Sabino, e a negociação envolvendo Nahuel Ferraresi — que estava próximo de trocar o São Paulo pelo Botafogo em uma operação ligada à chegada do volante Newton — tornaram a contratação ainda mais urgente.

Antes de chegar a Domingos Duarte, o Tricolor havia tentado outras alternativas. O clube abriu negociações por Arthur Chaves, do Hoffenheim, e apresentou diferentes modelos de negócio para viabilizar um empréstimo, mas recebeu sucessivas negativas do clube alemão. Com o acordo verbal com Domingos Duarte, essas buscas chegavam ao fim.

O defensor voltou a contatar o São Paulo dizendo que reduziria a pedida salarial, aceitando assim os termos apresentados pelo clube
— Apuração do UOL
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