Em um momento em que a tela compete com o bolso e o algoritmo compete com a atenção, a Samsung apresenta uma nova geração de televisores que une painéis Micro RGB a uma inteligência artificial capaz de silenciar narradores de futebol sob comando do espectador. O gesto é pequeno na aparência, mas revela algo maior: a indústria de eletrônicos reconhece que o controle da experiência migrou das mãos do fabricante para as preferências de quem assiste. O televisor deixa de ser uma janela padronizada e passa a ser um espelho ajustável do gosto individual.