Em uma feira de ciências no Colégio Tamandaré, no Rio de Janeiro, um gesto aparentemente curioso — a coleta de sangue entre colegas — revelou uma falha profunda nos limites entre entusiasmo científico e responsabilidade institucional. A reutilização de uma lanceta sem esterilização expôs múltiplas crianças a riscos reais de contaminação, enquanto a participação de professores no procedimento apagou a fronteira que deveria separar o que é seguro do que não é. Autoridades sanitárias e policiais chegaram à escola dois dias depois, mas o dano à confiança já havia se instalado antes mesmo de qualqu
Saída de alunos do Colégio Tamandaré é marcada por medo após caso das agulhas
Múltiplas crianças foram perfuradas com agulha compartilhada; alunos e responsáveis relatam trauma emocional, com pelo menos uma criança recusando retorno às aulas.