Na encruzilhada entre geopolítica e economia global, a Rússia de Putin avança mais um passo em sua campanha de retaliação contra o Ocidente, confiscando ativos da Nestlé e de três grupos franceses sob o pretexto de que pertencem a nações 'não amistosas'. O decreto, assinado na quinta-feira e executado na sexta-feira, transfere o controle dessas empresas para uma administradora estatal russa, revelando uma estratégia que mistura punição simbólica com controle pragmático de operações estratégicas. É o reflexo de um mundo cada vez mais partido entre blocos econômicos que se tratam como campos de