Na noite de uma sexta-feira que se tornou mais uma página sombria desta guerra, a Rússia voltou a atingir zonas civis e infraestruturas críticas da Ucrânia — de Sumy a Kiev, de clínicas a instalações nucleares. O padrão é antigo, mas a ferida é sempre nova: vidas ceifadas em edifícios residenciais, alertas nucleares que ecoam décadas de trauma coletivo, e um presidente que apela ao mundo para que a pressão sobre Moscovo se converta, finalmente, em paz.
Rússia ataca Sumy e infraestruturas em Kiev; dois mortos e preocupações nucleares
Pelo menos dois mortos e quatro feridos em ataque a edifício residencial em Sumy; possíveis vítimas adicionais presas nos escombros.