À medida que os centros de dados crescem em escala e potência, o barulho que produzem deixa de ser mero incômodo para se tornar uma questão jurídica e financeira de peso. Seguradoras, ainda sem respostas claras sobre como classificar e precificar esse risco, começam a recuar — aplicando exclusões e franquias mais altas — enquanto corretoras como a Gallagher buscam preencher o vácuo com coberturas específicas. É o momento em que a infraestrutura invisível da era digital encontra os limites do mundo físico e das comunidades que a cercam.