Na interseção entre o mundo digital e o mundo físico, emerge uma tensão silenciosa — ou melhor, ruidosa. Os data centers que sustentam a civilização conectada produzem um zumbido incessante que começa a reconfigurar as fronteiras da responsabilidade civil e do risco segurável. À medida que a infraestrutura da nuvem se expande para dentro das cidades e vizinhanças, o setor de seguros se vê diante de um passivo que suas apólices ainda não aprenderam a nomear.