Em setembro de 2026, o secretário de Estado Marco Rubio percorreu a América do Sul como arquiteto de uma nova geometria diplomática: fortalecer os laços entre Washington e governos alinhados à agenda Trump, incorporando o Peru ao Escudo das Américas e aprofundando a cooperação com a Colômbia no combate ao narcotráfico. A viagem revelou, com igual eloquência, o que foi dito e o que foi silenciado — a ausência do Brasil na agenda sugere que, mesmo em tempos de reconfiguração política regional, nem toda aproximação é inevitável.