No coração de uma das rotas marítimas mais vitais do planeta, Estados Unidos e Irã trocam golpes no Estreito de Ormuz, cada lado reivindicando vitórias táticas que alimentam um ciclo de retaliações sem fim à vista. Na terça-feira, 8 de setembro, aviões e navios americanos atacaram petroleiros iranianos ligados à Guarda Revolucionária perto da Ilha de Kharg, enquanto Teerã anunciava a captura de um submarino não tripulado americano de última geração. O secretário de Estado Marco Rubio deixou claro que Washington não recuará, transformando o petróleo iraniano em moeda de pressão numa disputa que