Na noite de 7 de setembro de 2026, o palco Sunset do Rock in Rio recebeu dois nomes que o tempo não apagou: o Roupa Nova, ausente do festival por 35 anos, e Guilherme Arantes, que aos 73 anos fez sua estreia na maior festa do rock brasileiro. O que se viu não foi nostalgia vazia, mas a confirmação de uma verdade antiga — que um bom repertório, bem executado, atravessa décadas e ainda encontra uma plateia pronta para se reconhecer nele. Em tempos de espetáculo efêmero, a permanência das canções foi o argumento mais poderoso da noite.