Em setembro de 2026, o Rock in Rio reuniu mais de cem marcas patrocinadoras na Cidade do Rock, num festival que já investiu R$ 118 milhões em metas socioambientais. Enquanto o evento amadurecia seus compromissos com o clima, a biodiversidade e as comunidades, a maioria das marcas distribuiu cerca de um milhão de brindes genéricos — pulseiras, fones, carregadores — sem qualquer conexão com esses valores. É o retrato de uma lacuna entre o que um evento pode simbolizar e o que seus parceiros comerciais ainda escolhem comunicar.