Numa sala de operações da Universidade da Califórnia em San Diego, máquinas com forma humana realizaram pela primeira vez uma cirurgia laparoscópica bem-sucedida em animais vivos — um marco que chegou em apenas nove meses, onde gerações anteriores de robótica cirúrgica levaram décadas. O feito não é apenas técnico: é um sinal de que a fronteira entre o corpo humano e a máquina que o cuida se está a redefinir, com implicações que vão desde comunidades remotas até às profundezas do espaço.