Em Pequim, mais de 600 equipes de 16 países reuniram-se para demonstrar o que máquinas de forma humana já conseguem fazer — correr, levantar, desviar. O espetáculo, porém, revela uma ironia profunda: quanto mais cotidiana a tarefa, mais difícil ela é para uma máquina. Um especialista estima que, em até cinco anos, robôs humanoides poderão habitar algumas residências nas economias mais avançadas, não como prodígios da ficção científica, mas como auxiliares modestos aprendendo, ainda com dificuldade, a dobrar uma camiseta.