Em São Francisco, a startup Tau Robotics começa a inscrever robôs humanoides na rotina doméstica, cobrando R$ 150 por hora por um serviço que, por ora, ainda depende de um operador humano nos bastidores. O gesto é pequeno — aspirar, organizar, retirar o lixo — mas o que ele anuncia é maior: a chegada silenciosa da automação ao espaço mais íntimo da vida cotidiana. A questão que emerge não é apenas tecnológica, mas filosófica: até onde estamos dispostos a abrir nossas portas — e nossa privacidade — em troca de conveniência?