Em Salvador, um robô humanoide chamado Arcanjo entrou numa corrida pública não para vigiar, mas para dançar — e nesse gesto aparentemente simples residia uma mensagem mais profunda: a tecnologia de segurança deixou o laboratório e pisou na rua. Desenvolvido pela IPQ para atuar em situações de risco ao lado das forças policiais, o Arcanjo carrega em seus sensores a capacidade de reconhecer rostos, ler placas e alimentar sistemas de monitoramento do estado. O que a humanidade sempre imaginou como ficção científica começa a tomar forma concreta, trazendo consigo não apenas promessas de proteção,