Rio de Janeiro sedia Mundial de Beach Tennis pela 2ª vez consecutiva

O Brasil busca seu pentacampeonato com força máxima
A seleção brasileira, tetracampeã, convocou seus melhores atletas para o torneio no Rio.

Pela segunda vez consecutiva, as areias de Copacabana se tornam palco do mais alto nível do beach tennis mundial, quando o Rio de Janeiro recebe a ITF Beach Tennis World Cup 2022 entre 8 e 13 de novembro. O Brasil, tetracampeão na categoria Pro, chega com seus melhores atletas em busca de um feito histórico, enquanto o torneio celebra também o renascimento do esporte após o silêncio imposto pela pandemia. Mais do que uma competição, o evento é um reencontro do esporte com sua vocação coletiva — reunindo gerações, do infantojuvenil ao seniors, numa mesma faixa de areia.

  • O Brasil chega como favorito absoluto, mas o peso de buscar o pentacampeonato transforma cada partida em uma prova de legado.
  • A pandemia havia interrompido o calendário em 2020, e o retorno ao Rio em 2021 foi tão bem-sucedido que a cidade foi escolhida novamente — a continuidade é, em si, uma vitória.
  • Com atletas ranqueados entre os cinco melhores do mundo, a seleção brasileira foi convocada em força máxima, sinalizando que não há espaço para subestimar o adversário.
  • A categoria Junior acresciona tensão ao torneio: o Brasil foi vice-campeão na estreia da categoria em 2021 e chega determinado a inverter o resultado.
  • O evento se expande para além das seleções, transformando Copacabana em um festival que abrange amadores, veteranos e jovens — o esporte mostrando toda a sua amplitude de uma só vez.

Rio de Janeiro recebe pela segunda vez consecutiva a ITF Beach Tennis World Cup, marcada para acontecer entre 8 e 13 de novembro nas areias do Posto 2 de Copacabana, em frente à Praça do Lido. A Federação Internacional de Tênis confirmou a cidade como sede do torneio, que reúne as melhores duplas do mundo nas categorias Pro — com 16 duplas representando seus países — e Junior, com oito duplas, ambas valendo pontos para o ranking mundial.

O Brasil chega como força dominante: a seleção é tetracampeã na categoria Pro, com títulos em 2021, 2019, 2018 e 2013, e busca agora o quinto troféu. O capitão Alex Mingozzi convocou um time de elite, com André Baran (5º do mundo), Allan Oliveira (7º) e Vinicius Font (14º) no masculino, e Rafaela Miiller, Vitória Marchezini e Marcela Vita — todas entre as dez melhores do ranking — no feminino. Na categoria Junior, a equipe também chega motivada após o vice-campeonato na estreia da modalidade em 2021, com novos nomes sob o comando do capitão Juca Russo.

O presidente da ITF, David Haggerty, celebrou o retorno do evento após a interrupção causada pela Covid-19 em 2020, afirmando que a edição de 2021 no Rio foi um grande sucesso e que a expectativa para 2022 é de um torneio ainda melhor. Para além da disputa entre seleções, o evento abrigará simultaneamente o Campeonato Brasileiro Amador, o Circuito Nacional Seniors e o Campeonato Brasileiro Infantojuvenil — transformando Copacabana em um verdadeiro festival do beach tennis, do Sub 12 ao 60+.

Rio de Janeiro vai receber pela segunda vez consecutiva o campeonato mundial de beach tennis. A Federação Internacional de Tênis confirmou a cidade como sede da ITF Beach Tennis World Cup 2022, que acontecerá entre 8 e 13 de novembro nas areias de Copacabana, especificamente na Praia de Copacabana, altura do Posto 2, em frente à Praça do Lido. É o retorno de um evento que ganhou força depois que a pandemia interrompeu as competições em 2020.

O torneio reúne as melhores duplas do mundo em duas categorias: a Pro, com 16 duplas representando seus países, e a Junior, com oito duplas. A competição vale pontos para o ranking mundial da modalidade e marca um momento importante para o esporte, que viu seu calendário internacional retomar em 2021, quando o Rio sediou o evento pela primeira vez com grande sucesso.

O Brasil chega ao torneio como força dominante. A seleção brasileira é tetracampeã — venceu em 2021, 2019, 2018 e 2013 — e busca agora seu quinto título consecutivo na categoria Pro. O capitão Alex Mingozzi convocou os melhores nomes do país: no masculino, André Baran (número 5 do ranking mundial), Allan Oliveira (número 7) e Vinicius Font (número 14); no feminino, Rafaela Miiller (número 5), Vitória Marchezini (número 9) e Marcela Vita (número 9). A equipe foi montada com força máxima, segundo a confederação, para tentar erguer o troféu novamente.

Na categoria Junior, o Brasil também chega com ambições altas. A seleção foi vice-campeã no ano anterior, quando a categoria estreou na competição. Desta vez, a equipe juvenil conta com Antônia Thompson, Isabela Massaioli Sousa e Júlia Cabral no feminino, e Augusto Oliveira, Mateus Buemo e Gustavo Garbarski no masculino, sob comando do capitão Juca Russo.

David Haggerty, presidente da ITF, expressou confiança no evento. Ele destacou que depois de não realizarem a competição em 2020 por causa da Covid-19, foi gratificante ver o retorno em 2021, e que o torneio realizado no Rio naquele ano foi um grande sucesso. Haggerty afirmou estar confiante de que a edição de 2022 será ainda melhor, com padrão de jogo de nível mundial, e agradeceu aos organizadores pelo trabalho dedicado.

Além da competição principal, o evento abrigará outras disputas simultâneas. Haverá o Campeonato Brasileiro de Beach Tennis Amador nas categorias A, B, C e D; o Circuito Nacional Seniors com categorias de 40+, 45+, 50+, 55+ e 60+; e o Campeonato Brasileiro Infantojuvenil com categorias Sub 12, Sub 14, Sub 16 e Sub 18. Todas essas provas serão realizadas nos naipes masculino, feminino e duplas mistas, transformando o evento em um festival de beach tennis que vai além da competição de seleções.

Estou confiante de que a competição deste ano será ainda melhor e o padrão de jogo será de nível mundial
— David Haggerty, presidente da ITF
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Por que o Rio de Janeiro foi escolhido duas vezes seguidas para sediar o mundial?

Model

Porque em 2021, quando o evento aconteceu aqui pela primeira vez, foi um grande sucesso. A estrutura funcionou, a cidade recebeu bem, e a Federação Internacional viu que podia contar com a organização local.

Inventor

O Brasil sendo tetracampeão, essa pressão de ir atrás do pentacampeonato muda algo?

Model

Muda tudo. Quando você já ganhou quatro vezes, a expectativa é sempre voltar a ganhar. Por isso o capitão convocou os melhores nomes — atletas que estão entre os cinco melhores do mundo em suas categorias.

Inventor

E a categoria Junior, que é mais nova, como o Brasil se posiciona?

Model

Como vice-campeão do ano passado. Então há uma chance real de melhorar, de ganhar desta vez. É uma categoria em construção, mas o Brasil já mostra força.

Inventor

Copacabana é um lugar turístico. Isso ajuda ou atrapalha um evento de elite?

Model

Ajuda. A praia é conhecida mundialmente, atrai atenção, e permite que o esporte chegue a mais pessoas. Não é um ginásio fechado — é um espetáculo ao ar livre.

Inventor

O que significa que a competição vale pontos para o ranking mundial?

Model

Significa que os atletas que vencerem aqui ganham posições no ranking internacional. Não é só um título — é reconhecimento global do desempenho.

Contact Us FAQ