Na encosta dos Viveiros, na Madeira, a fronteira entre o espaço privado e o espaço partilhado tornou-se palco de uma tensão quotidiana. Um residente expõe-se repetidamente na varanda da sua habitação, junto a uma zona comercial movimentada, confrontando a comunidade com a questão perene de até onde vai a liberdade individual quando os seus efeitos transbordam para a vida coletiva. O incómodo persiste sem resposta das autoridades, lembrando que a convivência urbana exige, acima de tudo, um contrato tácito de respeito mútuo.
Residente dos Viveiros protagoniza comportamentos impróprios à varanda
Constrangimento e incómodo causado a moradores e pessoas que circulam na zona comercial dos Viveiros.