Em meio ao ruído das redes sociais que prometem rejuvenescimento e vitalidade através da testosterona, especialistas brasileiros e as principais sociedades médicas do país reafirmam uma verdade mais sóbria: a reposição desse hormônio em mulheres não é universal, não é cosmética e não é isenta de riscos. A única indicação cientificamente reconhecida permanece restrita ao transtorno do desejo sexual hipoativo na pós-menopausa, e mesmo assim, apenas após esgotadas outras abordagens. O que circula como promessa nas telas é, nos consultórios, uma decisão clínica complexa — e ignorar essa distinção