Em setembro de 2026, Renato Portaluppi retornou ao Grêmio — não como um estranho, mas como alguém que já conhecia os corredores da casa. O reencontro acontece num momento em que o futebol brasileiro atravessa uma crise de continuidade, com dezesseis treinadores demitidos numa única temporada, como se a instabilidade fosse a única constante do Brasileirão. O Grêmio, ao escolher um nome familiar, aposta que a memória compartilhada pode ser mais valiosa do que a novidade — e a torcida, ao correr para comprar ingressos, parece concordar.