Depois de mais de um quarto de século percorrendo os corredores dos grandes bancos de investimento, Renato Ejnisman escolheu a escala menor e a autonomia maior de uma boutique. Sua entrada como sócio na Laplace — casa fundada por quatro profissionais com reputação construída em reestruturações e ofertas de ações — reflete um movimento mais amplo no mercado brasileiro: o de executivos sênior que trocam a segurança hierárquica pela participação nos resultados. É uma aposta na profundidade em vez da amplitude, na propriedade em vez do cargo.