No Mangueirão, em Belém, dois clubes se encontram diante de destinos já quase traçados: o Remo, que venceu por 3 a 1 na ida, carrega a serenidade de quem joga com a vantagem do tempo e do placar; o Bahia, mergulhado em cinco jogos sem vitória, enfrenta a rara e exigente tarefa de reescrever uma história que a própria competição nunca lhe permitiu reescrever. A Copa do Brasil, nesta quarta-feira à noite, não é apenas um jogo de futebol — é o momento em que a realidade de uma temporada se impõe com clareza.
Remo x Bahia: transmissão ao vivo, escalações e arbitragem da volta das oitavas
O Bahia nunca reverteu uma desvantagem de dois gols nessa competição
Como o Bahia consegue sair dessa situação? Três gols de diferença é praticamente impossível.
É realmente um cenário muito difícil. O time não vence há cinco jogos, está com desfalques importantes e nunca conseguiu reverter uma desvantagem de dois gols nessa competição. Mas o futebol tem essas surpresas.
Espera aí — a gente sabe que o Bahia não vence há cinco jogos, mas qual é a qualidade desses adversários? Perder para o Cruzeiro é diferente de perder para um time pequeno. Isso importa para entender se é crise real ou má fase.
E o Remo? Está realmente tão bem assim?
Tem uma sequência positiva recente — duas vitórias e um empate nos últimos três jogos. Ganhou fora de casa, o que é sempre importante. Mas também tem desfalques, seis jogadores lesionados.
Seis lesionados é bastante. A pergunta é: esses desfalques afetam o time que venceu em Salvador? Se a base se repete, talvez não seja tão grave assim.
O Mangueirão faz diferença?
Faz sempre. É o estádio do Remo, a torcida está lá. Depois de uma vitória fora, jogar em casa com vantagem é psicologicamente importante.
Mas o Bahia também tem experiência. Rogério Ceni é um técnico que conhece essas situações. A questão é se o time consegue encontrar confiança quando está tão pressionado.
Então basicamente o Remo é favorito?
Muito. Tem vantagem, joga em casa, está em melhor momento. O Bahia precisa de um milagre.
Favorito, sim. Mas milagres acontecem no futebol. A gente só vai saber quando a bola rolar.
Le Pouls
- O Bahia precisa vencer por dois ou três gols de diferença para avançar, uma missão que a própria história do clube na competição nunca conseguiu cumprir em circunstâncias semelhantes.
- Cinco jogos sem vitória, incluindo uma derrota de virada para o Cruzeiro, aprofundam a crise do Esquadrão baiano às vésperas do confronto decisivo.
- Desfalques pesados — Ronaldo, Caio Alexandre, Ruan Pablo e Willian José fora por lesão — reduzem ainda mais as opções de Rogério Ceni para montar uma equipe capaz de reverter o placar.
- O Remo chega confiante ao Mangueirão, com duas vitórias e um empate nos últimos três jogos, apostando na força do estádio para confirmar a classificação às quartas de final.
- A partida, transmitida por SporTV e Premiere, representa para o time paraense a consolidação de uma campanha sólida — e para o Bahia, o último e improvável fôlego de uma temporada que pede respostas.
No Mangueirão, em Belém, dois clubes se encontram diante de destinos já quase traçados: o Remo, que venceu por 3 a 1 na ida, carrega a serenidade de quem joga com a vantagem do tempo e do placar; o Bahia, mergulhado em cinco jogos sem vitória, enfrenta a rara e exigente tarefa de reescrever uma história que a própria competição nunca lhe permitiu reescrever. A Copa do Brasil, nesta quarta-feira à noite, não é apenas um jogo de futebol — é o momento em que a realidade de uma temporada se impõe com clareza.
O Mangueirão, em Belém, recebe nesta quarta-feira à noite o jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil 2026 entre Remo e Bahia. A bola rola às 21h30, mas o peso do confronto já estava definido desde a ida: o Bahia perdeu por 3 a 1 na Arena Fonte Nova e agora precisa de um resultado quase impossível para seguir vivo.
Para avançar, o Esquadrão baiano teria de vencer por dois gols para forçar os pênaltis, ou por três para eliminar o adversário diretamente. O problema é que o clube chega em crise — cinco jogos sem vitória, com dois empates e três derrotas —, e carrega um histórico que pesa: nunca se classificou na Copa do Brasil após perder a ida como mandante, e nunca reverteu uma desvantagem de dois gols na competição. A derrota de virada para o Cruzeiro na última rodada do Brasileirão ampliou a sensação de colapso, e os desfalques de Ronaldo, Caio Alexandre, Ruan Pablo e Willian José deixam Rogério Ceni com opções limitadas.
Do lado paraense, o técnico Léo Condé aposta na força do Mangueirão e na regularidade recente do time. Apesar de também ter lesionados, a base que venceu em Salvador deve ser mantida, com Marcelo Rangel no gol e Alef Manga, Jajá e Pikachu no ataque. Para o Remo, a noite representa a chance de consolidar uma campanha sólida. Para o Bahia, é a última oportunidade de reescrever uma história que, até agora, só aponta em uma direção.
Remo e Bahia se encontram nesta quarta-feira à noite no Mangueirão, em Belém, para definir quem segue vivo na Copa do Brasil 2026. O jogo de volta das oitavas de final começa às 21h30, horário de Brasília, e carrega o peso de uma primeira partida já decidida: o Bahia perdeu por 3 a 1 em casa, na Arena Fonte Nova, e agora enfrenta uma tarefa quase impossível de reverter.
Para avançar às quartas, o Esquadrão baiano precisa vencer por pelo menos dois gols de diferença para forçar uma decisão nos pênaltis, ou por três gols para eliminar o adversário diretamente. É um cenário que expõe a fragilidade do time neste momento. O Bahia não vence há cinco partidas — acumula dois empates e três derrotas — e chega ao duelo em Belém sem conseguir encontrar seu ritmo. Na rodada anterior do Campeonato Brasileiro, perdeu de virada para o Cruzeiro por 2 a 1, ampliando a sensação de crise. Além disso, o clube carrega um histórico incômodo: nunca conseguiu se classificar na Copa do Brasil após perder o jogo de ida como mandante, e também nunca reverteu uma desvantagem de dois gols na competição. Os desfalques pioram o quadro: Ronaldo, Caio Alexandre, Ruan Pablo e Willian José seguem fora por lesões.
Do outro lado, o Remo chega em posição confortável. A vitória conquistada em Salvador no primeiro confronto coloca o time paraense em vantagem, e a equipe vive bom momento na temporada com duas vitórias e um empate nos últimos três jogos. O técnico Léo Condé aposta na força do Mangueirão para confirmar a classificação, embora também enfrente problemas no elenco. Eduardo Melo, Gabriel Taliari, João Lucas, Kayky Almeida, Patrick de Paula e Thalisson Gabriel estão lesionados, mas a base que venceu o primeiro confronto deve ser mantida.
A provável escalação do Remo terá Marcelo Rangel no gol; Marcelinho, Marllon, Tchamba e Mayk na defesa; Zé Ricardo, Zé Welison e Patrick no meio; e Pikachu, Jajá e Alef Manga no ataque. O Bahia, sob comando de Rogério Ceni, deve entrar com Léo Vieira; Acevedo, David Duarte, Ramos Mingo e Luciano Juba; Erick, Jean Lucas e Everton Ribeiro; Erick Pulga, Everaldo e Kike Olivera.
A transmissão ao vivo será feita por SporTV, na televisão fechada, e pelo Premiere, no sistema de pay-per-view. O duelo representa um ponto de inflexão para ambas as equipes: para o Remo, a chance de consolidar uma campanha sólida na competição; para o Bahia, a última oportunidade de reverter um cenário que parece cada vez mais adverso.
Citations marquantes
O Remo tenta confirmar a vantagem construída fora de casa para seguir vivo na competição— Contexto da partida
O Bahia vive momento delicado na temporada e chega pressionado para a decisão— Contexto da partida