Em meio ao avanço acelerado da inteligência artificial, o Rei Charles III escolheu a Escócia como palco para um encontro incomum: uma convocação direta aos líderes do setor para que assumam responsabilidade pelos riscos que estão criando. O monarca, historicamente engajado em causas ambientais e humanistas, ampliou seu campo de preocupação para o domínio tecnológico, alertando que o tempo para agir com cautela é finito. Sua presença nesse debate sinaliza que a questão da regulação da IA transcendeu os círculos técnicos e legislativos para alcançar as mais antigas instituições de poder.