Em Oslo, uma voz laureada com o Nobel ergueu-se não para celebrar o progresso tecnológico, mas para nomear seu custo silencioso: a erosão da autonomia humana. A inteligência artificial, argumentou ela, não é uma ameaça futura — já atravessou três ondas de impacto sobre nossas sociedades, nossa biologia e nossa capacidade de decidir por nós mesmos. O que está em jogo não é conveniência ou competitividade econômica, mas a própria substância da democracia.
Regulação urgente de IA é essencial para preservar autonomia humana, alerta prêmio Nobel
Sociedades polarizadas, indivíduos isolados e manipulação política em massa afetam populações globalmente, especialmente adolescentes e adultos vulneráveis à dependência digital.