A reforma tributária brasileira chegou à porta dos pequenos negócios com uma escolha que, embora técnica em sua forma, é profundamente humana em suas consequências: até 30 de setembro, empresas do Simples Nacional devem decidir como recolher os novos tributos IBS e CBS — dentro do modelo unificado que já conhecem ou de forma separada, com lógica própria. Não há resposta universal, pois o caminho mais justo para cada negócio depende de quem são seus clientes e como funciona sua cadeia de compras. É um momento em que a complexidade do sistema tributário encontra a realidade cotidiana de padeiros