No coração de um dos mais tradicionais campi universitários dos Estados Unidos, uma rede de tráfico de cocaína floresceu à sombra de rituais de fraternidade — transformando laços de camaradagem em instrumentos de coerção criminal. Treze jovens, muitos deles descritos por quem os conhecia como promissores e comprometidos, foram indiciados por construir uma organização que recrutava candidatos a membros para embalar e distribuir drogas como parte de sua iniciação. O caso levanta questões antigas sobre o que acontece quando instituições de pertencimento perdem o norte ético e se tornam estruturas
Rede de tráfico de cocaína liderada por alunos da Penn State resulta em 13 indiciamentos
Membros de fraternidades foram forçados a processar e embalar cocaína como parte de rituais de iniciação, sofrendo coerção e exposição a atividades criminais graves.