Em julho de 2026, cerca de 72 mil marroquinos entraram no mar em direção a Ceuta movidos por uma promessa que nunca existiu — a de uma fronteira espanhola aberta. A mentira nasceu da distorção de uma sentença judicial e foi amplificada por uma rede coordenada de desinformação nas redes sociais, explorando o desespero real de uma geração sem emprego e sem horizonte. Aproximadamente 80 pessoas morreram na travessia, e o mundo observa agora como a esperança fabricada pode mover multidões com uma eficácia que nenhuma verdade consegue igualar.
Recrutamento online e desinformação orquestraram êxodo de 72 mil migrantes para Ceuta
Aproximadamente 80 pessoas perderam a vida no mar durante as travessias; dezenas de milhares foram repatriadas, incluindo menores de idade que se recusam ou estão impedidos de voltar.