Na fronteira entre Brasil e Paraguai, onde o comércio legítimo e o contrabando coexistem há décadas, uma inspeção de rotina revelou não riqueza escondida, mas barro — terra comum, cuidadosamente embalada como se fosse ouro. O episódio na Ponte da Amizade, em Foz de Iguaçu, lembra que a vigilância não se mede pelo valor do que é apreendido, mas pela persistência de quem tenta enganar e pela atenção de quem recusa ser enganado.