Real Time Big Data divulga pesquisa para Senado no Paraná em 2026

Dentro da margem de erro, os quatro nomes estão tecnicamente no mesmo patamar
No cenário com Dallagnol, a pesquisa mostra um empate técnico entre os principais candidatos ao Senado pelo Paraná.
Mark

Por que a candidatura de Deltan Dallagnol ainda está sendo julgada? Isso não deveria estar resolvido antes da pesquisa?

Mimi

A matéria não explica o motivo do julgamento, apenas menciona que está em andamento. É um detalhe importante que afeta toda a leitura dos números.

Luke

Exato. A gente tem os números, mas não sabemos quando essa decisão sai. Pode sair amanhã ou em seis meses. Isso muda tudo.

Mark

Se Dallagnol for barrado, Barros fica bem à frente, certo?

Mimi

Sim, ele sobe de 19% para 25%. É um salto de seis pontos. Mas Curi e Gleisi também ganham espaço — Gleisi sai de 16% para 18%.

Luke

Mas aqui está o problema: a gente não sabe para onde vão os votos de Dallagnol. A pesquisa mostra dois cenários, mas não mostra migração real. Alguns eleitores dele podem não votar em ninguém, podem votar em branco.

Mark

A margem de erro de dois pontos significa que qualquer um desses quatro pode estar em primeiro?

Mimi

Tecnicamente sim, no primeiro cenário. Dallagnol tem 21%, Curi e Barros têm 19% cada. Se você somar e subtrair dois pontos, há sobreposição total.

Luke

Mas é importante notar que Gleisi, com 16%, fica fora dessa zona de empate técnico. Ela está mais claramente em quarto.

Mark

Quem contratou essa pesquisa?

Mimi

Uma empresa chamada 3 Poderes Mídia e Comunicação. Não há informação sobre quem está por trás dela ou se tem ligação com algum candidato.

Luke

Isso é relevante. Quem paga a pesquisa pode influenciar como ela é feita, mesmo que involuntariamente. A gente deveria saber mais sobre essa empresa.

  • Quatro candidatos — Dallagnol, Curi, Barros e Gleisi — estão tão próximos nas pesquisas que nenhum pode afirmar com segurança estar à frente.
  • A candidatura de Dallagnol pende sobre o TSE como uma incógnita que pode redesenhar toda a corrida eleitoral.
  • Se Dallagnol for barrado, Filipe Barros assume liderança mais clara com 25%, abrindo sete pontos de vantagem sobre o terceiro colocado.
  • O cenário eleitoral paranaense permanece em compasso de espera, com eleitores e partidos atentos ao ritmo das decisões judiciais antes de consolidar alianças.

No Paraná, a disputa por duas cadeiras no Senado em 2026 revela um campo eleitoral ainda fluido e dependente de uma decisão judicial. Uma pesquisa ouviu 1.600 eleitores e encontrou quatro candidatos tecnicamente empatados — situação que pode se reorganizar completamente caso o Tribunal Superior Eleitoral barre a candidatura de Deltan Dallagnol. É o momento em que as instituições e as urnas ainda negociam quem terá voz.

O instituto Real Time Big Data divulgou nesta sexta-feira uma pesquisa sobre as duas vagas ao Senado pelo Paraná em 2026, ouvindo 1.600 eleitores entre 28 de setembro e 1º de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais.

No cenário principal, Deltan Dallagnol, do Novo, aparece numericamente à frente com 21%, seguido por Alexandre Curi, do Republicanos, e Filipe Barros, do PL, ambos com 19%. Gleisi, do PT, soma 16%. Dentro da margem de erro, os quatro estão tecnicamente empatados. Cristina Graeml aparece com 12% e Dr. Rosinha com 7%.

Há, porém, uma variável decisiva: a candidatura de Dallagnol está sob julgamento no TSE. Sem ele na disputa, Barros sobe para 25% e assume a liderança com mais folga. Curi vai a 22%, Gleisi a 18% e Graeml a 16% — um mapa diferente, com menos sobreposição entre os primeiros colocados.

A pesquisa, registrada no TSE sob o número PR-04002/2026 e contratada pela 3 Poderes Mídia e Comunicação, é um retrato de um momento específico. O que definirá os próximos movimentos é, sobretudo, a decisão do tribunal sobre Dallagnol.

O instituto Real Time Big Data apresentou nesta sexta-feira um retrato do que pensam os eleitores paranaenses sobre as duas cadeiras ao Senado em disputa em 2026. A pesquisa ouviu 1.600 pessoas entre 28 de setembro e 1º de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

O cenário mais imediato coloca Deltan Dallagnol, do Novo, numericamente à frente com 21% da intenção de voto consolidada entre primeiro e segundo votos. Atrás dele, Alexandre Curi, do Republicanos, e Filipe Barros, do PL, aparecem empatados com 19% cada. Gleisi, do PT, soma 16%. Dentro da margem de erro, os quatro nomes estão tecnicamente no mesmo patamar — qualquer um deles poderia estar à frente ou atrás dependendo de como a amostra se comportasse. Cristina Graeml, do PSD, aparece com 12%, enquanto Dr Rosinha, também do PT, fica com 7%. Os demais candidatos não ultrapassam 1%.

Mas há uma ressalva importante: a candidatura de Dallagnol está sendo julgada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Se ele for barrado, o mapa muda. Sem seu nome na disputa, Filipe Barros sobe para 25%, assumindo a liderança clara. Alexandre Curi vai a 22%, mantendo a segunda posição. Gleisi cai para 18%, tecnicamente empatada com Curi. Cristina Graeml ganha espaço e chega a 16%. A diferença entre o primeiro e o terceiro colocado neste segundo cenário é de sete pontos percentuais — ainda dentro da margem de erro, mas com menos sobreposição.

A pesquisa foi contratada pela 3 Poderes Mídia e Comunicação e registrada no TSE sob o número PR-04002/2026. Ela oferece um instantâneo do momento político paranaense, mas como toda pesquisa de intenção de voto, reflete apenas o que os eleitores responderam naqueles dias específicos. Metodologia, tamanho da amostra, forma das perguntas — tudo isso influencia o resultado. O que importa agora é acompanhar como esses números se movem conforme a campanha avança e, principalmente, qual será a decisão do TSE sobre Dallagnol.

A candidatura de Deltan Dallagnol está sendo julgada pelo TSE
— Real Time Big Data
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