Das profundezas silenciosas do Pacífico equatoriano, uma criatura minúscula e quase desconhecida completou um ciclo que poucos seres têm o privilégio de percorrer: foi descoberta, nomeada e devolvida ao lugar que a gerou. O polvo Microeledone galapagensis — observado apenas três vezes em toda a história da ciência — retornou às Ilhas Galápagos como holótipo, tornando-se não apenas um espécime preservado, mas um símbolo da vastidão do que ainda ignoramos sobre a vida nos oceanos. Seu regresso à Estação Científica Charles Darwin é, ao mesmo tempo, um ponto de chegada e um convite ao desconhecido