Raquel Lyra lidera com 48% contra 42% de João Campos em pesquisa Datafolha

Ambos enfrentam rejeição similar, sugerindo que nenhum é amado
Raquel Lyra tem 29% de rejeição enquanto João Campos registra 30% entre eleitores pernambucanos.
Mark

Por que essa pesquisa importa agora, em julho, se as eleições ainda estão meses adiante?

Mimi

Porque mostra a trajetória. Lyra sai na frente, mas não com margem confortável. Seis pontos é vencível.

Mark

E o segundo turno muda as coisas?

Mimi

Muda pouco. Ela ganha dois pontos, ele perde três. Sugere que há eleitores flutuantes, gente que ainda não escolheu.

Mark

Os índices de rejeição são praticamente iguais. O que isso diz?

Mimi

Que ambos têm teto. Nenhum dos dois é amado. Quem vencer provavelmente vence porque o outro cai, não porque sobe.

Mark

Ivan Moraes e Camila Falcão com 1% cada — eles já perderam?

Mimi

Não necessariamente. Um ponto percentual em julho pode virar movimento em outubro. Mas sim, estão muito longe.

Mark

Como você lê essa pesquisa em uma frase?

Mimi

Lyra lidera, mas a disputa está aberta. Campos está perto o bastante para vencer se conseguir consolidar seu voto.

  • Raquel Lyra lidera com 48% contra 42% de João Campos no cenário estimulado, mantendo vantagem consistente a mais de um ano das eleições.
  • Em simulação de segundo turno, a margem se estreita levemente — 49% a 45% —, sinalizando que uma parcela do eleitorado ainda navega entre os dois nomes.
  • Os índices de rejeição quase espelhados, 30% para Campos e 29% para Lyra, revelam que nenhum dos dois consolidou uma imagem incontestável no estado.
  • A pesquisa, realizada com 1.022 eleitores entre 28 e 30 de julho e registrada no TSE, também sondou intenções para o Senado e a Presidência, ampliando o retrato político de Pernambuco.

Em Pernambuco, a disputa pelo poder estadual revela dois projetos políticos que se equilibram na preferência popular, mas ainda não se equivalem nas urnas. A pesquisa Datafolha de julho de 2026 mostra Raquel Lyra à frente de João Campos por seis pontos percentuais, numa corrida que reflete tanto a força de quem governa quanto a resistência de quem desafia. Com rejeições quase idênticas, o que separa os dois candidatos é menos a antipatia que desperta cada um do que a confiança que ainda precisam conquistar.

A governadora Raquel Lyra segue na dianteira da corrida pelo Palácio do Campo das Princesas. Levantamento do Datafolha divulgado na noite de sexta-feira aponta 48% das intenções de voto para ela no cenário estimulado, contra 42% do ex-prefeito do Recife João Campos. Os demais candidatos — Ivan Moraes, do PSOL, e Camila Falcão, da UP — somam 1% cada, com brancos, nulos e abstenções em 5%.

Numa simulação de segundo turno entre os dois líderes, a vantagem de Lyra se mantém, mas recua ligeiramente: 49% a 45%, com 4% de brancos e nulos. O movimento sugere que parte do eleitorado ainda não fechou questão e pode migrar entre os dois nomes ao longo da campanha.

No campo da rejeição, os números praticamente se igualam: 30% dos entrevistados rejeitam Campos, enquanto 29% rejeitam Lyra. A proximidade indica resistências similares, em patamares moderados para uma disputa que promete ser acirrada.

A pesquisa ouviu 1.022 eleitores pernambucanos entre 28 e 30 de julho, com margem de erro de três pontos e nível de confiança de 95%. Registrada no TSE sob o número PE-04519/2026, a sondagem também mediu intenções de voto para as duas vagas ao Senado e para a Presidência, oferecendo um panorama mais amplo do humor político no estado.

A governadora Raquel Lyra segue à frente na corrida pelo Palácio do Campo das Princesas. Segundo levantamento do Datafolha divulgado na noite de sexta-feira, ela reúne 48% das intenções de voto no cenário estimulado, seis pontos percentuais acima de João Campos, ex-prefeito do Recife que aparece com 42%. Os demais candidatos ficam bem atrás: Ivan Moraes, do PSOL, e Camila Falcão, da UP, somam 1% cada, enquanto brancos, nulos e abstenções representam 5% do total.

O instituto também testou um possível segundo turno entre os dois principais concorrentes, cenário em que a vantagem de Lyra se amplia ligeiramente. Nessa simulação, a atual governadora alcançaria 49% dos votos contra 45% de Campos, deixando brancos, nulos e abstenções em 4%. A margem de seis pontos no primeiro cenário passa para quatro no segundo turno, sugerindo que parte do eleitorado ainda não está completamente decidida ou poderia migrar entre os dois nomes.

Quando o assunto é rejeição, os números se aproximam. João Campos é rejeitado por 30% dos entrevistados, enquanto Raquel Lyra registra 29%. A diferença mínima indica que ambos enfrentam resistência similar entre o eleitorado pernambucano, ainda que em patamares relativamente moderados para uma disputa acirrada.

O levantamento foi conduzido entre 28 e 30 de julho com 1.022 eleitores em Pernambuco por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O Datafolha registrou a pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-04519/2026, atendendo às exigências legais para divulgação de sondagens eleitorais.

Além da disputa pelo governo estadual, o instituto também pesquisou as intenções de voto entre eleitores pernambucanos para as duas vagas ao Senado e para a Presidência da República, ampliando o escopo do levantamento para captar o cenário político mais amplo no estado.

Raquel Lyra registra 48% das intenções de voto, enquanto João Campos soma 42%
— Pesquisa Datafolha, divulgada em 31 de julho de 2026
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