Em um mercado de delivery cada vez mais disputado pela chegada de concorrentes chineses, a Rappi escolhe não travar uma batalha de descontos, mas sim reposicionar-se como um superaplicativo de varejo ultrarrápido. Seu presidente no Brasil anuncia R$ 1,4 bilhão em tecnologia e infraestrutura logística, apostando que o verdadeiro horizonte não está na entrega de refeições — que representa apenas 10% do negócio — mas nos US$ 500 bilhões do varejo alimentar latino-americano ainda pouco explorados pelo comércio digital. É a aposta de que conveniência, e não cupom, será a moeda do futuro.