Há séculos, a humanidade convive com os mosquitos sem compreender por que alguns entre nós os atraem com muito mais força do que outros. Pesquisadores da Universidade de Rockefeller, em Nova York, avançaram nessa questão ao identificar que ácidos carboxílicos presentes naturalmente na pele funcionam como um sinal químico irresistível para espécies transmissoras de dengue, zika e outras doenças. O estudo, conduzido com 119 voluntários expostos a três espécies de mosquitos, abre uma porta promissora: ao entender o que nos torna alvos, podemos aprender a deixar de sê-los.