No Rock in Rio 2026, os telões de alta resolução deixaram de ser mero suporte visual para se tornarem coautores das apresentações, ampliando o alcance da experiência artística a todos os cantos do público. A G1 observou como cada artista negociou com essa tecnologia à sua maneira — alguns a abraçando como extensão da própria linguagem musical, outros a deixando em silêncio discreto. O que o festival revelou, no fundo, é uma questão antiga revestida de novidade: até onde a mediação tecnológica enriquece a presença humana, e quando começa a substituí-la?