Num movimento cauteloso que ecoa além dos números, o Banco Central brasileiro reduziu a Selic pela quarta vez consecutiva, levando-a a 14% em agosto de 2026. A queda, ainda modesta, não alivia de imediato o peso do crédito para a maioria das famílias — mas desperta nos compradores de imóveis de alto padrão uma percepção de oportunidade que antecede a realidade dos juros. Em mercados como a Barra em Salvador, onde o capital próprio fala mais alto do que a taxa bancária, a expectativa de uma trajetória descendente já é, por si só, um convite à ação.