Nas Américas, quase metade da população carrega o peso silencioso de uma doença neurológica — 470 milhões de pessoas cujos cérebros, nervos e medulas enfrentam distúrbios que moldam cada gesto, cada lembrança, cada palavra. Um relatório da Organização Pan-Americana da Saúde revela a dimensão desse fardo coletivo, mas também aponta um caminho menos fatalista: grande parte desse sofrimento pode ser prevenido com escolhas cotidianas sobre o que comemos e como vivemos. A ciência, aqui, não apenas diagnostica — ela convida à ação.
Quase metade das Américas convive com doença neurológica, diz relatório
470 milhões de pessoas nas Américas convivem com doenças neurológicas que prejudicam movimento, memória, aprendizado, comunicação e comportamento.
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