Na noite de segunda-feira, ventos de 125 km/h varreram Apucarana como um lembrete brutal de que a natureza não negocia com a rotina humana. Quase um dia depois, metade da cidade permanecia no escuro — 30,6 mil imóveis sem energia, mil residências danificadas, 4,5 mil pessoas desalojadas ou prejudicadas. Diante do colapso, o poder público decretou emergência e mobilizou forças estaduais, reconhecendo que reconstruir uma cidade começa, sempre, pelo gesto mais simples: devolver às famílias um teto sobre a cabeça.
Quase 24h após temporal, 48% de Apucarana segue sem energia elétrica
Aproximadamente 4,5 mil pessoas foram afetadas pelo temporal em cerca de 20 bairros, com quase mil residências danificadas e famílias perdendo coberturas de casas.